sábado, 26 de julho de 2008

'Colecionadora' de bichos amontoava 117 gatos em casa

Mulher foi presa quando roubava ração para os animais. Sua casa cheirava a urina e o chão estava coberto de fezes.

Uma mulher de 54 anos foi detida na quarta-feira (23) sob acusação de roubar ração para gatos. A polícia de Council Bluffs (Iowa, EUA) chegou então à casa dessa mulher, que tinha 117 gatos, um guaxinim e um coelho.

Segundo os oficiais que estiveram no local, a residência cheirava a urina de gato e o chão estava coberto de fezes. Alguns dos animais estavam doentes e outros, mortos.

Essa não é a primeira vez que essa mesma mulher enfrenta problemas por ter muitos gatos. Em outra ocasião, foram resgatados de sua casa 200 desses bichos.

Ela responderá na Justiça por maus tratos a animais e também a outras acusações.



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL701111-6091,00-COLECIONADORA+DE+BICHOS+AMONTOAVA+GATOS+EM+CASA.html

"Maníaco" da motosserra faz turnê com ferramenta


A arte de Ray Murphy é suja, perigosa e muito, muito barulhenta. Usando apenas uma serra elétrica, Murphy cria animais e figuras em imensos troncos de árvore, e meticulosamente entalha números em palitos de dente e de pirulito. Quando ele desliga a serra, o trabalho está pronto - Murphy se recusa a lixar, envernizar ou pintar qualquer de suas peças.


"A verdadeira arte de serra elétrica é feita apenas com o uso dela", diz Murphy, 65 anos

"Sou um serrador, e ponto. Uso serras elétricas e me recuso a trabalhar com ferramentas de entalhe", disse Murphy, 65 anos. "A verdadeira arte de serra elétrica é feita apenas com o uso dela." E, por US$ 10, qualquer pessoa pode vê-lo em ação.

Murphy começou no ano passado a apresentar a cada noite um espetáculo com sua serra, um desempenho de 90 minutos durante o qual ele ataca peças de madeira usando entre uma e três serras elétricas. Em cada apresentação, ele pede um voluntário na audiência e faz com que a pessoa use um cinto com uma fivela de madeira, na qual ele entalha alguma coisa. Até hoje, nada de errado aconteceu.

A apresentação acontece ao ritmo de música ruidosa. Murphy trabalha em uma cabine à prova de som que tem um lado feito de plástico transparente; uma câmera suspensa transmite imagens em close-up para uma tela de projeção. A lâmina da serra se aproxima perigosamente da longa barba grisalha do artista.

"É algo de tão incomum que as pessoas nem entendem bem", diz Murphy. O espetáculo surgiu em meio a uma onda de popularidade para os praticantes de sua forma de arte.

Jen Ruth, que empresaria dezenas de artistas da serra elétrica que se enfrentam em competições em todo o país, diz que existem cerca de oito mil deles nos Estados Unidos.

"Como agente, vi uma imensa explosão na arte com serras elétricas", disse Ruth. "Muita gente desejava entrar no ramo porque acha que é uma forma atraente de arte, e que permitirá que eles ganhem dinheiro rápido, mas isso não é verdade."

A maior parte dos artistas trabalha o ano inteiro, e no verão participa de competições e de feiras. Mas ninguém está fazendo o Murphy faz, diz Ruth.

Murphy alega que ele inventou a arte com serra elétrica, em 1953, quando tinha 11 anos de idade. Membro de uma família de lenhadores de Wyoming, ele começou a entalhar troncos e fazer figuras de animais. Continuou com a prática por toda a adolescência, na faculdade e durante suas passagens por diversas empresas madeireiras e pelo Serviço Florestal dos Estados Unidos.

Murphy e sua mulher se radicaram nas Black Hills do Dakota do Sul. Em 1972, ele comprou um antigo ônibus Greyhound e começou a viajar pelo país vendendo suas peças.

A porção dianteira do ônibus é a sala de exposição; a traseira abriga um beliche. As serras são guardadas no porta-bagagem. Murphy leva a madeira em um trailer que o ônibus arrasta, porque o tipo de madeira de que ele precisa não é abundante em qualquer lugar.

Murphy terminou ganhando fama, depois de aparecer no programa Wide World of Sports, na rede de TV ABC, em 1982, e de entalhar as letras do alfabeto em lápis expostos no museu Ripley's Believe It or Not ("Acredite se quiser", no Brasil), em Myrtle Beach, Carolina do Sul. O museu continua a manter muitos dos lápis em exposição, diz Edward Meyer, arquivista da instituição.

Murphy voltou a Dakota do Sul no começo dos anos 80, mas a área havia se tornado mais comercial. Ele e sua família decidiram sair de carro rumo a leste "para onde Deus nos levasse", e o destino foi Hancock, uma cidadezinha de 2,1 mil moradores na entrada do Parque Nacional de Acadia.

Os negócios no Maine sempre foram bem - tão bem, ele conta, que as pessoas começaram a comprar suas peças mais rápido do que ele conseguia produzi-las. Ele guardou dinheiro para conseguir realizar seu sonho de apresentar um espetáculo diário de arte com serra elétrica.

Sua loja foi transferida de uma lateral para a movimentada Route 1, a estrada local, e ele investiu US$ 250 mil na construção de um teatro para suas apresentações. Assentos dispostos em forma de arquibancadas estão posicionado diante do palco selado por fibra de vidro transparente em que ele trabalha.

"Esse é meu sonho", diz Murphy, diante do ônibus, que agora está carregado de recortes de jornais e outras recordações de suas carreira. Os espetáculos começam às 19h, e Murphy parecia irrequieto, com a aproximação do horário. "Temos platéia?", ele perguntou.

Até agora, neste verão, o público tem sido esparso, mas as apresentações continuam. Em uma terça-feira recente, a família Schaffer, da Virgínia, que conhece Murphy, passou para cumprimentá-lo e assistir ao espetáculo.

"O cara sabe o que faz", disse Peter Schaffer, que compareceu com os dois filhos e a mulher. Murphy entrou na cabine e começou a entalhar. Não demorou para que um grande tronco se tornasse um jogo de mesa e cadeiras. Depois, ele atacou uma peça menor, com uma serra menor, observando de perto. O resultado foi uma pequena joaninha, que ele exibiu em cima de uma moeda de 10 centavos de dólar.

O espetáculo durou 90 minutos, e ele entalhou iniciais na fivela de um fotógrafo ressabiado, acompanhadas por uma lua e as palavras "the end" (fim, em tradição livre). O show não foi dos melhores porque o sistema de som falhou, e isso o preocupou um pouco.

Mas ele realmente não se preocupa com platéias. O ano passado mostrou que o movimento maior começa depois da metade de julho, e em um dos espetáculos, 50 pessoas pagaram para assistir, em 2007. Ainda assim, ele continuará trabalhando mesmo para platéias bem menores.

"É experimental, ninguém tentou isso antes", disse Murphy. "Sou uma daquelas figuras dispostas a pular do trampolim na ponta funda piscina e testar a água."



Pêlo de Pé Grande da Índia é enviado para análise de DNA

Cientistas britânicos que examinaram pêlos encontrados na Índia que pertenceriam ao lendário Yeti, também conhecido como Pé Grande ou abominável homem das neves, enviaram a amostra para exames de DNA em laboratórios diferentes.

Os cientistas afirmaram que a série inicial de exames, com microscópios sofisticados teve resultados inconclusivos.

O especialista em macacos e biólogo Ian Redmond afirmou que os pêlos têm uma "semelhança impressionante" a pêlos coletados pelo alpinista britânico que escalou o Everest, Edmund Hillary.

Redmond disse à BBC que os pêlos coletados na Índia são "potencialmente muito animadores".

"Temos muita sorte de os pêlos indianos apresentarem folículos que podem ser identificados, que contém células, então há chances de chegarmos mais perto da verdade", afirmou.

A BBC recebeu os pêlos de Dipu Marak, que acredita na existência do Yeti e coletou os pêlos em uma floresta densa depois de a criatura ter sido supostamente avistada por um guarda florestal durante três dias seguidos em 2003.

A criatura, que na Índia é chamada de "mande burung" (ou "homem da floresta"), teria sido avistada em volta das colinas de Garo, no estado de Meghalaya, nordeste da Índia.

Herbívoro

Dipu Marak afirmou que os pêlos podem fornecer provas da existência de um animal semelhante ao macaco, preto e cinza, cuja altura seria de cerca de três metros.

Marak estima que a criatura pese 300 quilos e acrescenta que o animal seria herbívoro.

Vários relatos de aparições do animal ocorreram durante vários anos, com testemunhas diferentes a oeste, sul e leste das colinas Garo.

E os exames preliminares dos cientistas britânicos não refutam a crença de Marak.

"Agora sabemos definitivamente que estes pêlos não pertencem ao urso negro asiático, não pertencem a um porco do mato e não se parecem com pêlos de várias espécies de símios. Estes pêlos continuam sendo um enigma", afirmou Redmond.

"Outra coisa que posso confirmar é que, se estes pêlos realmente pertencem a um Yeti, então eles --assim como seres humanos-- sofrem de pontas duplas no cabelo", brincou o biólogo.

Primatas.

Os exames nos pêlos foram feitos na Universidade Brookes de Oxford com microscópios sofisticados, que aumentaram os pêlos em 200 vezes.

Depois de serem ampliados, estes pêlos foram comparados com um banco de dados de outros pêlos coletados por Redmond.

Redmond e a estudiosa de primatas Anna Nekaris conseguiram, depois dos exames, descartar os candidatos mais óbvios a serem os donos dos pêlos.

De acordo com Redmond e Nekaris existem chances de que estes pêlos pertençam a uma espécie desconhecida de primata.

"Há apenas dois anos uma nova espécie de símio foi descoberta no norte da Índia. É perfeitamente possível que existam regiões de selva onde um macaco desconhecido possa existir", afirmou.

Os dois cientistas lembraram que há pouco tempo uma grande espécie de macaco, já extinta, conhecida como gigantapithecus, percorria a região. Segundo Redmond era uma espécie desconhecida e sem registros de fósseis e a criatura teria uma altura estimada três metros de altura.

Os cientistas afirmam que, se o Yeti existir naquela região da Índia, não é impossível que ele seja algum tipo de descendente da criatura.

Lista de bizarrices japonesas tem de 'travesseiro-erótico' a sorvete de cavalo

Internautas escolheram os produtos mais curiosos do país oriental. Nomes e embalagens também revelam criatividade fora do normal.

Leitores do site oddee fizeram uma seleção dos produtos mais esquisitos à venda no mercado japonês. Dessa lista bizarra, o G1 pinçou as sete invenções que mais espantariam os brasileiros:

Foto: Reuters
Travesseiro em formato levemente 'erótico'... (Foto: Reuters)

A lista abre com o confortável "colinho da namorada", um tipo de travesseiro feito de espuma em forma de pernas femininas dobradas. O toque sexy é a minissaia que veste o travesseiro.

Foto: Divulgação
Divulgação
'Bilk' = Cerveja + Leite. Dá pra encarar? (Foto: Divulgação)

A segunda invenção da nossa lista é a cerveja de leite, batizada de "bilk" (beer + milk). A idéia surgiu depois que produtores japoneses de leite e derivados se viram com um enorme excedente de produção em março do ano passado.

O filho do gerente de uma loja de bebidas em Nakashibetsu, região eminentemente produtora de leite na ilha de Hokkaido, sugeriu a fabricação da cerveja de leite à cervejaria Abashiri Beer. Eles toparam. Ela é descrita por cervejeiros como sendo frutada, de baixa fermentação e com um terço de leite em sua fórmula. Uma garrafa de 330 ml custa 380 ienes (R$ 5,60).

Foto: Divulgação
Água com 'metade das calorias'. (Foto: Divulgação)

Em terceiro lugar vem a descarada água diet: "Todo o sabor da água comum com metade das calorias", diz o texto promocional. Até onde se sabe, a água comum tem zero caloria. A água diet é fabricada pela Sapporo, uma gigante do ramo das cervejas.

Foto: Divulgação
Sorvete sabor cavalo. Tem louco pra tudo! (Foto: Divulgação)

Sorvete de carne de cavalo vem a seguir. A empresa que produz essa iguaria (chamada basashi ice) é conhecida pelos sabores inusitados de seus sorvetes - muitos deles com uma popularidade bastante limitada.

Foto: Divulgação
'Aumente seus seios': o slogan garante a venda de quase qualquer coisa. (Foto: Divulgação)

O quinto item da lista é o chiclete B2UP, que promete aumentar os seios femininos, melhorar seu formato e deixá-los durinhos. Tudo isso graças ao miraculoso extrato da planta Pueraria mirifica (no Brasil, batata tailandesa).

Foto: Reprodução
E esse cisne aí? Não parece outra coisa? (Foto: Reprodução)

Sexto lugar para o balão de gosto duvidoso que infla instantaneamente e fica com formato de pescoço de cisne. A embalagem une uma singela bailarina (provavelmente dançando O Lago dos Cisnes) e um homenzinho com cara de tarado exibindo seu cisne inflável amarrado à virilha. O texto diz: "Aperte e a cabeça pula para fora! Seja o rei da festa com este incrível cisne!" A seguir, uma advertência: "Materiais para conexão (no corpo) não incluídos".

Foto: Reprodução
Deve existir algum jeito mais simples de garantir ar puro. (Foto: Reprodução)
A máscara de ar fresco fecha esta lista. A máscara é presa à cabeça e cobre o nariz e a boca. Dela sai um tubo flexível, similar aos de aspiradores de pó. O tubo termina em um grande saco plástico. Por uma abertura, introduz-se a planta da preferência do cliente no saco. Fecha-se a abertura e pronto: o felizardo pode começar sua perfumada e purificada respiração.




FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL701456-6091,00-LISTA+DE+BIZARRICES+JAPONESAS+TEM+DE+TRAVESSEIROEROTICO+A+SORVETE+DE+CAVALO.html