terça-feira, 29 de julho de 2008

Britânica leva R$ 94 mil por crítica de chefe aos seus seios grandes

Julie-Ann Reed disse que seu chefe a humilhava por ter 'seios grandes demais'.

Uma britânica ganhou 30 mil libras (R$ 94 mil) na Justiça após processar o chefe por ele ter dito que seus seios eram grandes demais. A ex-agente imobiliária Julie-Ann Reed, de 27 anos, disse ter sido humilhada repetidas vezes por Gerald Probert, que implicava com o tamanho de seus seios.

A britânica disse que Probert lhe sugeriu "trocar de roupa ou mudar o tamanho dos seios" e, em certa ocasião, disse que sua blusa "estava ligeiramente aberta entre os dois botões".

O advogado de Reed, Terry Falcão, disse que a cliente começou a ganhar menos nos últimos meses do ano passado e não chegou a receber seu salário no Natal.

"Quando ela reclamou, seu chefe disse que seu namorado deveria pagar suas contas e a demitiu da agência imobiliária", contou Falcão.

A briga foi parar em um tribunal do Trabalho de Exeter, no sul da Inglaterra, que há duas semanas deferiu a favor de Julie-Ann.

Gerald Probert foi condenado a pagar 30 mil libras por discriminação sexual, demissão injusta e salários não pagos.

Ao deixar o tribunal, Reed comemorou a sentença e diz ter sido muito afetada pela humilhação que sofreu. "Tive uma crise de auto-estima e sofri de depressão", conta ela.

A britânica conseguiu um novo emprego em uma revista local de Exeter e diz ter recuperado a autoconfiança.

Romena de 44 anos dá à luz seu 18º filho no Canadá

A pequena Abigail, que nasceu na terça passada, tem nove irmãs e oito irmãos. Pai diz que casal deixa Deus guiar suas vidas e não sabe se quer ter mais filhos.

Foto: AP
Alexandru Ionce, Livia e a pequena Abigail. (Foto: AP)

Uma imigrante romena de 44 anos deu à luz seu 18º filho na Colúmbia Britânica, no Canadá, tornando-se a mais prolífica da província em 20 anos.

O orgulhoso pai Alexandru Ionce disse no sábado que sua mulher, Livia, deu à luz na terça-feira passada. Sua filha, Abigail, nasceu com cerca de 3,5 quilos.

"Nós nunca planejamos quantos filhos ter. Só deiaxamos Deus guiar nossas vidas, porque nós acreditamos muito que a vida vem de Deus e essa é a razão por que nós não paramos a vida", disse Alexandru.

O casal veio da Romênia para o Canadá em 1990 e agora vive em Abbotsford, na Colúmbia Britânica. Seus 17 outros filhos têm idades entre 20 meses e 23 anos.

Foto: AP
Alexandru Ionce, Livia e 13 de seus 18 filhos em sua casa em Abbotsford, no Canadá. (Foto: AP)

Alexandru disse que não sabe se vai querer ter mais filhos. A família agora tem dez meninas e oito meninos.

"Nós queríamos ter um menino para ficar equilibrado", ele disse. "Nós agradecemos a Deus por todos eles serem saudáveis e felizes."

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Cachorro é candidato a prefeito em cidade nos Estados Unidos

O labrador Willie Bean Roscoe P. Coltrane concorre à prefeitura de Fairhope (Alabama). 'Precisamos de sangue novo', comemora um dos eleitores do animal.

Foto: John David Mercer/AP
Tress Turner beija Willie Bean Roscoe P. Coltrane, o cachorro candidato à prefeitura de Fairhope
(Foto: John David Mercer/AP)

Um dos candidatos à prefeitura de Fairhope (Alabama, EUA) na próxima eleição é consideravelmente mais peludo que os outros. Ele também tem duas pernas a mais que os concorrentes e um rabo que não pára de balançar. Ele é Willie Bean Roscoe P. Coltrane, um cão labrador de 7 anos de idade.

Willie foi inscrito como candidato por sua dona, Tress Turner, de 43 anos. Ela tem uma cafeteria na cidade e era "politicamente neutra" - até que um dos candidatos colocou uma placa em frente a seu estabelecimento comercial.

Tress não gostou e, depois que os diálogos com o candidato fracassaram, resolveu lançar seu próprio cachorro como concorrente.

Mas Willie Bean talvez não tenha nascido para a política. "Quando um cachorro pequeno late, ele corre", diz a dona.

O comitê eleitoral de Willie Bean funciona na cafeteria de Tress. É lá que os eleitores do cão labrador podem comprar camisetas e placas com a imagem do candidato. "Eu acho que ele vem para somar", diz Vince Kilborn, de 66 anos. "Precisamos de sangue novo", comemora.

Julie Ford, que trabalha como voluntária em um abrigo de animais da cidade, diz que Willie Bean está subestimando suas capacidades. "Ele deveria se lançar como presidente", diz a senhora de 61 anos.



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL703785-6091,00-CACHORRO+E+CANDIDATO+A+PREFEITO+EM+CIDADE+NOS+ESTADOS+UNIDOS.html

Alemão compra tanque para passear com a família

O alemão Joachim Schoeneich, da cidade de Neu Anspach, decidiu comprar um "carro" novo para levar a família para passear e fazer compras: um tanque de guerra de seis toneladas. As informações são da revista eletrônica Ananova.

O tanque veio com uma metralhadora desativada e uma blindagem de três polegadas, mas o assento especial para o filho Paul, 2 anos, Schoeneich teve que acoplar no veículo. "Nós compramos esse tanque para fazer compras e passear", disse o alemão.

"Vem sendo um pouco difícil de encontrar lugar para estacionar, mas não temos problemas ao passar por cruzamentos", acrescentou. A única desvantagem encontrada pela família é enorme consumo de combustível do veículo.

Mulher é detida por esconder droga em Kinder Ovo

Autoridades de imigração britânicas do aeroporto de Birmingham foram surpreendidas quando descobriram que uma mulher tentou esconder droga no recipiente plástico de um chocolate Kinder Ovo, informa o diário online Metro nesta segunda-feira.

A viajante desembarcou no país com 30 g de cannabis dentro do chocolate, que normalmente traz um brinquedo surpresa.

O recipiente estava escondido nas partes íntimas da mulher, informou um agente de fronteira do Reino Unido. A droga foi descoberta quando a passageira foi submetida ao sensor de raio-X. Ela chegou ao país em um vôo vindo de Portugal.

A mulher, moradora da região de Coventry, foi detida e liberada após receber uma advertência verbal.

Cão reincidente vai à Justiça na Índia por causar tumulto

Um cachorro foi levado à Justiça indiana sob acusação de causar tumulto.

Autoridades policiais do Estado de Bihar, no leste da Índia, pediram punição severa ao cão, Chhotu, por "distribuir mordidas" entre a população.

Os vizinhos dizem que o animal já atacou diversas pessoas --a dona alega que foram apenas ladrões.

Não é a primeira vez que Chhotu se envolve em confusão com a Justiça. Pelo mesmo motivo, ele foi condenado à morte em 2003, mas ativistas pelos direitos dos animais conseguiram reverter a decisão.

Ostentando seu melhor comportamento, Chhotu fez sua aparição em uma sala de audiências lotada na quinta-feira (24).

"A corte foi obrigada a emitir uma convocação ao cachorro uma vez que a polícia entendeu que ele é uma ameaça à paz, e que podia criar um problema à lei e à ordem", disse uma autoridade local, Rajiv Ranjan.

"Apesar da presença de tantas pessoas na sala de audiências, ele não mordeu ninguém nem latiu", disse o advogado do lado canino, Dilip Kumar Deepak.

Chhotu foi convocado para comparecer diante de um juiz novamente no dia 5 de agosto, junto com sua dona, a viúva Rajkumari Devi.

Único protetor

O cão de 7 anos de idade foi salvo da rua pela mãe de Rajkumari Devi, Janaki. A dona original morreu há seis meses, e desde então é Rajkumari quem se responsabiliza pelo animal. Os dois dividem a mesma casa de um quarto.

"Chhotu é meu único protetor, eu o criei como se fosse meu próprio filho", disse Rajkumari. Ela insiste que o cão só atacou ladrões que tentaram invadir sua casa.

Seu advogado acusa os vizinhos de darem falso relato contra o cão para se livrar dele.

"Eles querem roubar os papéis da terra, que é a razão por que tentaram invadir a casa durante a noite. Mas tiveram de desistir após serem mordidos por Chhotu."

O julgamento do caso continua.



Bebida sabor 'peixe elétrico' vira moda no Japão

Refrigerante é feito à partir de enguias, peixe com fama de afrodisíaco. Temporada de pesca de peixe de água doce começou no início do mês.

Foto: AP
'Unagi Nobori', ou 'Enguia Crescente': receita para matar a sede dos japoneses. (Foto: AP)
Uma bebida batizada de "Unagi Nobori", algo como "Enguia Crescente", promete ser a grande moda do verão de 2008 no Japão. O refrigerante é feito à partir dos estranhos peixes de água doce, cuja temporada de pesca começou no início do mês.

"Nosso público principal são homens adultos, que precisam se refrescar nesse calor", afirma Kazunori Hayashi, porta-voz da Japan Tobacco, fabricante da bebida.

Apesar do apelido "peixe elétrico", as enguias japonesas não produzem eletricidade, diferentemente de suas "primas" da América do Sul. Mesmo assim, os peixes - que têm formato parecido com o de uma cobra - são famosos no país por sua suposta capacidade afrodisíaca.

A bebida gaseificada, de coloração amarela, contém extratos da cabeça e dos ossos da enguia.



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL703116-6091,00.html

Polícia dos EUA prende 'Coringa' que destruiu fotos de Batman em cinema

Jovem de 20 anos invadiu local fantasiado de personagem de 'O cavaleiro das trevas'. Ele foi preso e liberado após pagar fiança.

Foto: Divulgação
'Coringa' barbarizou cinema, mas se deu mal como vilão dos filmes. (Foto: Divulgação)

A polícia de Three Rivers, no estado americano de Michigan, prendeu na manhã deste domingo (27) um homem que, fantasiado do personagem Coringa, tentou roubar um cartaz e outros objetos promocionais do filme "Batman - O cavaleiro das trevas".

Além de tentar roubar os objetos, o "Coringa" de Michigan rasgou fotografias do novo filme de seu "rival", que bateu recorde de espectadores no cinema local.

Spencer Taylor, de 20 anos, foi parar na cadeia por suas atitudes de "vilão". Pagou fiança e ficou livre, mas não sem antes ser obrigado a tirar fotos - ainda com a maquiagem inspirada na versão de Heath Ledger do palhaço - e ser fichado pela polícia.



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL703355-6091,00.html

Polícia acha maconha escondida em jardim de homem de 73 anos

Jardineiro cuidava de plantação de begônias, e jovens teriam jogado sementes em local. Na Holanda, plantar droga é considerado ilegal, mas venda é tolerada.

Foto: Reuters
Pés de maconha estavam escondidos por flores em jardim de aposentado holandês. (Foto: Reuters)
Um aposentado de 73 anos se disse surpreso quando foi informado pela polícia de Haia, na Holanda, que, por trás de seu jardim de begônias, havia uma plantação secreta de maconha.

"Passando pelo local, os policiais perceberam que havia plantas de cannabis crescendo por trás das flores de begônia", afirmou o porta-voz da polícia de Haia, capital administrativa da Holanda.

As plantas, que teriam sido plantadas por jovens não-identificados, foram destruídas. O jardineiro de 73 anos, de acordo com os policiais, não é considerado suspeito, e colaborou com as investigações.

Na Holanda, plantar maconha é ilegal, mas a venda da erva para fumo ou derivados é tolerada nas chamadas coffee shops.



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL703280-6091,00.html

Documentos indicam que japoneses pagaram para criar esporte olímpico

Modalidade especial de ciclismo virou esporte olímpico após pagamento de US$ 3 mi.

Documentos obtidos pela BBC indicam que um esporte popular no Japão foi transformado em esporte olímpico após um pagamento de US$ 3 milhões.

O keirin - uma modalidade de corrida de bicicleta que movimenta muito dinheiro em apostas no Japão - tornou-se esporte olímpico em dezembro de 1996 e foi disputado pela primeira vez nos Jogos de Sidney, em 2000.

Documentos descobertos pela BBC indicam que após a decisão de incluir a modalidade nos Jogos Olímpicos, a Union Cycliste Internationale (UCI) - órgão internacional que regula o ciclismo - recebeu a soma milionária de dirigentes japoneses.

O presidente da UCI na época, Hein Verbruggen, e os dirigentes do Japão negam as alegações.

'Entrada comprada'

O keirin é uma modalidade de ciclismo em pista de alta velocidade. As bicicletas inicialmente correm atrás de uma motocicleta, que determina o ritmo inicial da prova. Em seguida, a motocicleta deixa a pista, e os ciclistas ficam livres para correr entre si.

Um ex-integrante da UCI diz que dirigentes esportivos japoneses entregaram "um grande envelope" à entidade, em referência aos pagamentos.

Outro ex-integrante da entidade, o dinamarquês Henrik Elmgreen, disse que "os japoneses eram muito influentes na UCI e eles ofereceram muito dinheiro para promover esta modalidade".

"Você pode dizer de certa forma que eles compraram sua entrada (nas Olimpíadas), mas, por outro lado, é uma modalidade espetacular."

"Todo mundo sabia que os japoneses estavam apoiando o campeonato mundial e eles estavam apoiando tudo, e eu acho que todo mundo percebeu que eles não estavam fazendo isso por nada."

Os documentos obtidos pela BBC revelam uma série de pagamentos recebidos pela UCI que começaram dois meses depois da inclusão do esporte nas Olimpíadas, em dezembro de 1996.

Em papel timbrado da UCI, um dos contratos afirma que os japoneses concordaram em apoiar projetos da UCI "em termos materiais" em consideração com a "excelente relação que a UCI tem com os representantes do movimento olímpico".

Os US$ 3 milhões supostamente pagos pelos japoneses representam cerca de 20% do orçamento anual da entidade internacional de ciclismo.

O dinheiro foi usado para reembolsar custos de viagem de autoridades da UCI, entre elas de Verbruggen, que hoje dirige o comitê que organiza as olimpíadas de Pequim de 2008.

Em seis meses de 1999, a Associação de Keirin do Japão pagou cinco vôos de ida e volta para Verbruggen visitar a Holanda, seu país de origem.

Uma fonte da UCI disse na época à BBC que os pagamentos foram feitos especificamente em gratidão pela inclusão do keirin nas Olimpíadas.

Acusações negadas

O ex-diretor da entidade internacional de ciclismo negou ter cometido irregularidades.

"Tudo foi feito em transparência total", disse Verbruggen. "Isso foi feito para o desenvolvimento do ciclismo de pista pelo mundo."

Ele não explicou por que gastos da UCI de rotina foram pagos por dirigentes japoneses.

A BBC entrou em contato com a UCI para conseguir uma explicação sobre o fato, mas não recebeu nenhum retorno.

Os dirigentes japoneses também negaram qualquer negociação direta sobre a inclusão do keirin nas Olimpíadas.

"Nenhuma transferência de dinheiro aconteceu", disse Karamasu, da Associação de Keirin do Japão.

"O que nós fizemos foi apoiar o estabelecimento dos centros de treinamento de ciclismo no Japão e também nós pagamos a quantia que todas as Federações Nacionais pagam para serem associadas... uma espécie de taxa de associação."

"Eu estou nesta posição desde 1998 e nunca ouvi de nenhum pagamento direto de dinheiro."

Um integrante da comissão de ética do Comitê Olímpico Internacional (COI) disse que caberia à entidade de ciclismo, e não ao órgão olímpico, investigar este caso.

"As Federações Internacionais têm as suas próprias regras. Nós confiaríamos nas nossas Federações Internacionais para acertarem nestes casos. É um caso de confiança", disse à BBC o britânico Craig Reedie.