segunda-feira, 28 de julho de 2008

Polícia dos EUA prende 'Coringa' que destruiu fotos de Batman em cinema

Jovem de 20 anos invadiu local fantasiado de personagem de 'O cavaleiro das trevas'. Ele foi preso e liberado após pagar fiança.

Foto: Divulgação
'Coringa' barbarizou cinema, mas se deu mal como vilão dos filmes. (Foto: Divulgação)

A polícia de Three Rivers, no estado americano de Michigan, prendeu na manhã deste domingo (27) um homem que, fantasiado do personagem Coringa, tentou roubar um cartaz e outros objetos promocionais do filme "Batman - O cavaleiro das trevas".

Além de tentar roubar os objetos, o "Coringa" de Michigan rasgou fotografias do novo filme de seu "rival", que bateu recorde de espectadores no cinema local.

Spencer Taylor, de 20 anos, foi parar na cadeia por suas atitudes de "vilão". Pagou fiança e ficou livre, mas não sem antes ser obrigado a tirar fotos - ainda com a maquiagem inspirada na versão de Heath Ledger do palhaço - e ser fichado pela polícia.



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL703355-6091,00.html

Polícia acha maconha escondida em jardim de homem de 73 anos

Jardineiro cuidava de plantação de begônias, e jovens teriam jogado sementes em local. Na Holanda, plantar droga é considerado ilegal, mas venda é tolerada.

Foto: Reuters
Pés de maconha estavam escondidos por flores em jardim de aposentado holandês. (Foto: Reuters)
Um aposentado de 73 anos se disse surpreso quando foi informado pela polícia de Haia, na Holanda, que, por trás de seu jardim de begônias, havia uma plantação secreta de maconha.

"Passando pelo local, os policiais perceberam que havia plantas de cannabis crescendo por trás das flores de begônia", afirmou o porta-voz da polícia de Haia, capital administrativa da Holanda.

As plantas, que teriam sido plantadas por jovens não-identificados, foram destruídas. O jardineiro de 73 anos, de acordo com os policiais, não é considerado suspeito, e colaborou com as investigações.

Na Holanda, plantar maconha é ilegal, mas a venda da erva para fumo ou derivados é tolerada nas chamadas coffee shops.



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL703280-6091,00.html

Documentos indicam que japoneses pagaram para criar esporte olímpico

Modalidade especial de ciclismo virou esporte olímpico após pagamento de US$ 3 mi.

Documentos obtidos pela BBC indicam que um esporte popular no Japão foi transformado em esporte olímpico após um pagamento de US$ 3 milhões.

O keirin - uma modalidade de corrida de bicicleta que movimenta muito dinheiro em apostas no Japão - tornou-se esporte olímpico em dezembro de 1996 e foi disputado pela primeira vez nos Jogos de Sidney, em 2000.

Documentos descobertos pela BBC indicam que após a decisão de incluir a modalidade nos Jogos Olímpicos, a Union Cycliste Internationale (UCI) - órgão internacional que regula o ciclismo - recebeu a soma milionária de dirigentes japoneses.

O presidente da UCI na época, Hein Verbruggen, e os dirigentes do Japão negam as alegações.

'Entrada comprada'

O keirin é uma modalidade de ciclismo em pista de alta velocidade. As bicicletas inicialmente correm atrás de uma motocicleta, que determina o ritmo inicial da prova. Em seguida, a motocicleta deixa a pista, e os ciclistas ficam livres para correr entre si.

Um ex-integrante da UCI diz que dirigentes esportivos japoneses entregaram "um grande envelope" à entidade, em referência aos pagamentos.

Outro ex-integrante da entidade, o dinamarquês Henrik Elmgreen, disse que "os japoneses eram muito influentes na UCI e eles ofereceram muito dinheiro para promover esta modalidade".

"Você pode dizer de certa forma que eles compraram sua entrada (nas Olimpíadas), mas, por outro lado, é uma modalidade espetacular."

"Todo mundo sabia que os japoneses estavam apoiando o campeonato mundial e eles estavam apoiando tudo, e eu acho que todo mundo percebeu que eles não estavam fazendo isso por nada."

Os documentos obtidos pela BBC revelam uma série de pagamentos recebidos pela UCI que começaram dois meses depois da inclusão do esporte nas Olimpíadas, em dezembro de 1996.

Em papel timbrado da UCI, um dos contratos afirma que os japoneses concordaram em apoiar projetos da UCI "em termos materiais" em consideração com a "excelente relação que a UCI tem com os representantes do movimento olímpico".

Os US$ 3 milhões supostamente pagos pelos japoneses representam cerca de 20% do orçamento anual da entidade internacional de ciclismo.

O dinheiro foi usado para reembolsar custos de viagem de autoridades da UCI, entre elas de Verbruggen, que hoje dirige o comitê que organiza as olimpíadas de Pequim de 2008.

Em seis meses de 1999, a Associação de Keirin do Japão pagou cinco vôos de ida e volta para Verbruggen visitar a Holanda, seu país de origem.

Uma fonte da UCI disse na época à BBC que os pagamentos foram feitos especificamente em gratidão pela inclusão do keirin nas Olimpíadas.

Acusações negadas

O ex-diretor da entidade internacional de ciclismo negou ter cometido irregularidades.

"Tudo foi feito em transparência total", disse Verbruggen. "Isso foi feito para o desenvolvimento do ciclismo de pista pelo mundo."

Ele não explicou por que gastos da UCI de rotina foram pagos por dirigentes japoneses.

A BBC entrou em contato com a UCI para conseguir uma explicação sobre o fato, mas não recebeu nenhum retorno.

Os dirigentes japoneses também negaram qualquer negociação direta sobre a inclusão do keirin nas Olimpíadas.

"Nenhuma transferência de dinheiro aconteceu", disse Karamasu, da Associação de Keirin do Japão.

"O que nós fizemos foi apoiar o estabelecimento dos centros de treinamento de ciclismo no Japão e também nós pagamos a quantia que todas as Federações Nacionais pagam para serem associadas... uma espécie de taxa de associação."

"Eu estou nesta posição desde 1998 e nunca ouvi de nenhum pagamento direto de dinheiro."

Um integrante da comissão de ética do Comitê Olímpico Internacional (COI) disse que caberia à entidade de ciclismo, e não ao órgão olímpico, investigar este caso.

"As Federações Internacionais têm as suas próprias regras. Nós confiaríamos nas nossas Federações Internacionais para acertarem nestes casos. É um caso de confiança", disse à BBC o britânico Craig Reedie.

Câmera em zona de prostituição rende multa na Espanha

Agência puniu moradores que postaram vídeos no YouTube para coibir atividade.

Autoridades espanholas multaram em 601 euros (cerca de R$ 1.500) moradores de uma região central de Madri que filmaram e postaram no site YouTube imagens de prostitutas negociando preço com clientes.

Os 22 vídeos que mostravam as garotas de programa trabalhando na rua Montera, região central da capital espanhola, tinham como objetivo servir de inibidor para potenciais clientes, diziam os vizinhos.

Entretanto, a Agência Espanhola de Proteção de Dados entendeu que a veiculação das imagens de transeuntes acarreta uma "violação grave" das leis de privacidade, já que só poderia ser levada adiante com o consentimento dos retratados.


Foi a primeira vez que a Agência Espanhola de Proteção de Dados emitiu uma multa pela difusão de imagens em sistemas de compartilhamento de vídeos, como o YouTube, afirmou o órgão.

Sem prestar mais detalhes, a AEPD informou que está analisando outros casos nos quais indivíduos se tornaram, sem saber, protagonistas de vídeos levados a público.

Entretanto, as autoridades optaram por emitir uma multa de valor pequeno - o mínimo possível - considerando a vontade expressada pelos moradores de melhorar a segurança pública no local e o recurso de distorção de imagens dos passantes adotado em 20 dos 22 vídeos postados.

O caso foi parar na AEPD depois que a iniciativa dos moradores virou notícia na imprensa espanhola, no ano passado. Em reportagens na mídia local, moradores acusavam prostitutas imigrantes de causar tumulto e trazer insegurança para a área.



Bebê deve ser enterrado na Inglaterra depois de 21 anos congelado

Um bebê morto aos quatro meses de idade deverá ser enterrado depois de passar 21 anos congelado em uma câmara mortuária de um hospital no norte de Londres, por causa de uma disputa sobre a causa de sua morte.

Christopher Blum morreu na mesma noite em que tomou uma vacina tríplice de rotina no hospital North Middlesex. A causa indicada no atestado de óbito é "síndrome da morte súbita", versão que não é aceita pelos pais. Eles afirmam que uma amostra de sangue retirada do bebê indicava uma infecção, que seria resultado de uma vacina contaminada.

Com a disputa, os pais se recusaram a assinar o registro de óbito, impedindo que o bebê fosse enterrado e fazendo com que o corpo permanecesse congelado na câmera mortuária desde então, a um custo de 15 libras (cerca de R$ 50) por semana.

Com autorização do Registro Geral, a subprefeitura de Enfield, onde funciona o hospital, registrou a morte de Christopher Blum sem a assinatura dos pais e entrou em contato com a família, pedindo que eles decidam até o dia 18 de agosto como querem o funeral e o que querem inscrito na lápide do túmulo.

"Nós reconhecemos que este é um assunto difícil e sensível para o senhor Blum. Mas, depois de 21 anos, acreditamos que Christopher deve agora descansar", informou a subprefeitura, que deve arcar com os custos do funeral.

Segundo a mídia britânica, o pai de Christopher, Steven Blum, estaria se preparando para apelar da decisão da subprefeitura na Alta Corte, como uma última tentativa de impedir o funeral.

Os jornais afirmam que o hospital alega que a amostra de sangue foi contaminada em laboratório, mas o pai reclama que outras duas amostras de reserva sumiram, bem como os órgãos do bebê.

Ele diz que simplesmente não aceita o registro de óbito porque a síndrome da morte súbita é apresentada quando não há uma causa estabelecida para a morte, o que, segundo ele, não seria o caso de seu filho.

Steven Blum se disse "enojado" com a situação, alegando que ainda não encerrou suas investigações. O caso dele chegou a contar com o apoio de uma organização de vítimas de acidentes médicos (Avma, na sigla em inglês). Seu pedido pela abertura de um inquérito, no entanto, foi negado.



domingo, 27 de julho de 2008

Entregador vira "entrega especial" após a morte

O americano Jeff Hornagold, de Crystal Lake, no Estado de Illinois, adorava o seu trabalho como entregador de uma companhia de entregas expressas.

Por isso, quando ele morreu de câncer do pulmão, na semana passada, o seu colega de trabalho Michael McGowan concordou que o corpo do amigo fosse a sua última entrega.

McGowan transportou o corpo de Hornagold de uma funerária até o local onde seria realizado seu funeral no sábado em seu caminhão da empresa de entregas.

Ele contou que pretende colocar uma foto do colega morto na cabine do caminhão, fazendo com que eles continuem "trabalhando juntos".

Hornagold foi motorista da companhia por 20 anos. Sua mulher, Judy, o descreveu como "o funcionário mais feliz da empresa". Ela afirmou que a "entrega especial" de McGowan foi uma homenagem perfeita para o seu marido.

Atletas suspeitos dos Jogos farão exame de sexo

Autoridades de Pequim anunciaram neste domingo a instalação de um laboratório em um dos hospitais da cidade, que ficará encarregado de fazer testes de gênero em atletas suspeitos, informou a agência Xinhua.

Os atletas suspeitos serão submetidos a exames de sangue, a partir dos quais terão hormônios, genes e cromossomos analisados. Três dias depois, os resultados serão liberados, destacou Tian Qinjie, do Hospital Peking Union Medical College.

Os casos em que um atleta de um sexo compete em modalidades do outro gênero - geralmente homens em provas de mulheres - são muito raros. A média é de uma ocorrência para cada 500-600 atletas que se submetem a testes do tipo.

O primeiro caso com estas características na história do esporte aconteceu em 1967, quando a atleta polonesa Ewa Klobukkowska, parte da equipe ganhadora do ouro no revezamento 4x100m, em Tóquio 1964, foi reprovada nos testes de gênero, razão pela qual foi banida do esporte profissional.

Os testes de gênero foram abandonados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), mas continuam sendo efetuados em competições esportivas na Ásia.

Em 2006, uma atleta indiana perdeu sua medalha de prata nos 800m dos Jogos Asiáticos de Doha, ao ser pega no exame.

Os Jogos de Pequim serão realizados de 8 a 24 de agosto. O Terra irá transmitir ao vivo e com a exclusividade a competição em 13 canais simultâneos de vídeo. Além disso, os usuários terão a possibilidade de assistir novamente a todo o conteúdo a qualquer momento. Todo o acesso será gratuito.



FONTE: http://esportes.terra.com.br/pequim2008/interna/0,,OI3032641-EI10378,00-Atletas+suspeitos+dos+Jogos+farao+exame+de+sexo.html

Barulho ‘fantasma’ atormenta casal de velhinhos nos EUA

Apenas o casal, que mora há 42 anos na mesma residência, ouve o som. Mulher às vezes vai dormir no porão, por se sentir incomodada com barulho.

Segundo Bob e Leona Ehrfurth, o som que os atormenta há dois anos se parece com o de um motor barulhento, que tem uma vibração sutil. Às vezes ele é interrompido, especialmente quando o casal tenta mostrar para autoridades de Green Bay (Wisconsin, EUA) ou especialistas em acústica o que ouvem o tempo todo.

O som impede que Leona, 76, durma. “É como se houvesse algo ligado lá fora com o motor funcionando, mas quando olhamos não vemos nada”, afirmou. Ela e seu marido, de 75 anos, moram na mesma casa há 42 anos. Bob dorme, mas ainda assim acha o barulho irritante. “Não interessa se as janelas estão abertas ou fechadas. Sempre é possível ouvir”, disse ele.

Eles não escutam esse mesmo som quando estão fora de casa e, por isso, afirmam que não se trata de um problema de saúde. A cidade chegou a contratar uma empresa por US$ 1 mil para fazer a análise do barulho, mas essa companhia não identificou qualquer som ou vibração significante.

Os vizinhos dos Ehrfurth não reclamam do problema, mas alguns dizem escutar esse mesmo barulho. O casal afirma que ele começou na mesma época em que a paróquia St. Bernard, do outro lado da rua, fez uma reforma em seu telhado, chaminé e sistema de tubulação. No entanto, o som continua mesmo quando nenhuma dessas estruturas está em uso.

Enquanto o problema não é identificado nem resolvido, Leona Ehrfurth diz que às vezes dorme no porão da casa. “Tento ficar na cama, mas me dá dor de cabeça e não agüento. Poderíamos nos mudar, mas por que faríamos isso? Não somos nós que causamos o problema.”



FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL701183-6091,00-BARULHO+FANTASMA+ATORMENTA+CASAL+DE+VELHINHOS+NOS+EUA.html

Faca que explode melancia assusta polícia britânica

Arma foi criada para ajudar caçadores e pescadores diante de animais selvagens. Ela injeta cápsula de gás que estoura e congela órgãos da vítima.

Foto: Reprodução
Voluntário demonstra ataque com a faca em melancia (Foto: Reprodução)

A polícia britânica está preocupada quanto ao possível uso inadequado de uma pequena faca chamada "wasp" (em português, "vespa"). Quando sua lâmina penetra em algum corpo sólido - uma melancia, como demonstra um vídeo que circula pela web - ela introduz uma cápsula de gás comprimido. A cápsula se rompe e o gás se expande até o tamanho de uma bola de basquete, imediatamente congelando e provocando um respeitável estrago em tudo o que estiver nesse raio de ação.

A Wasp foi originalmente desenvolvida para ajudar caçadores e mergulhadores a abater grandes animais selvagens (como ursos e tubarões) rapidamente. O site da fábrica (que fica nos Estados Unidos) não se envergonha de dizer: “Os efeitos do gás comprimido não só causam uma superinflação quando usada debaixo da água (o que, imagina-se, facilita a subida da presa à tona), mas também congela todos os tecidos e órgãos ao redor do ponto de injeção - na terra ou no mar”.

Se a proposta inicial já não era lá muito nobre, o que se teme agora é ainda pior: a possível proliferação da estranha arma pela internet (ao preço de 200 libras) por pessoas mal-intencionadas e doidos em geral.

Nos Estados Unidos, “wasp” é a sigla para “white anglo-saxon protestant” (protestante anglo-saxão branco). É usada para se referir aos membros das elites ou aos “legítimos” descendentes de linhagens britânicas - em oposição aos norte-americanos de origem hispânica ou aos trabalhadores mais pobres. A faquinha tem potencial explosivo até no nome.

Advogado mineiro constrói casa de ponta cabeça


O advogado de Belo Horizonte Eduardo José Lima, em uma noite de insônia, teve uma idéia inusitada: resolveu que queria construir uma casa de cabeça pra baixo. Literalmente. "Primeiro tive a idéia de fazer um telhado invertido, e desse telhado surgiu a idéia da casa completa," explicou.

Lima conta fez a casa para um filho morar,

Lima conta fez a casa para um filho morar, "mas ele está assustado, acha que não é adequado"

Lima conta que fez a casa para um filho morar. "Mas ele está assustado, acha que não é adequado para uma residência. Se ele realmente não quiser, talvez ela vire um museu ou algo parecido que vou desenvolver".

Para quem passa na rua, a impressão é de que alguma coisa está errada. As varandas, luminárias, caixa de correio e de água, tudo está invertido. As bicicletas e as árvores que enfeitam a pequena calçada que contorna a casa estão penduradas no teto. Já o telhado de um dos pavimentos está enterrado no chão.

A estudante Vitória Liza, 10 anos, é vizinha da construção. "É uma casa muito bonita. É uma criatividade que quase ninguém tem, a gente fica abismado em ver uma bicicleta no teto, nunca vi coisa igual."

A amiga Amanda Gomes, 12 anos, também gostou da idéia. "Muito interessante, ele tem uma criatividade ótima, as duas casas ficaram muito bonitas. Tudo de cabeça para baixo é muito legal mesmo."

A casa ao contrário fica no bairro Ouro Preto, na região da Pampulha. E como está satisfeito com o resultado do trabalho, o advogado já está construindo outra, só que desta vez, não de cabeça para baixo, mas de lado.

"Já falaram que quem idealizou a casa é louco, que devia ter fumado muito, são as mais diversas expressões possiveis, mas muitos dão risadas de espanto e não de deboche," se diverte.

Lima diz que aceita todos os tipos de sugestões. "Se for boa eu acato. Só sei que queria fazer e consegui fazer. Deus me deu inspiração, força e disposição," afirma.

Por dentro, a residência ainda está sendo construída, por isso o advogado não autoriza a entrada de ninguém estranho, por enquanto.

O sistema de energia e água da casa é parecido com uma residência normal. Ele bolou um sistema de captação de água pluvial no telhado que fica embutido na parte superior. A água cai numa caixa que tem capacidade para 50 mil litros.

"A água está difícil, é um recurso escasso, nem tanto para nós, mas vai se tornar algum dia, e o aproveitamento da água de chuva foi a forma que encontrei para minimizar este problema e ajudar ao meio ambiente."